DESCAMINHOS DA MEMÓRIA POPULAR
Este espaço digital apresenta os resultados da pesquisa sobre os acervos formados pela Comissão Mineira de Folclore (CMFl), reunindo informações sobre sua formação, trajetória e dispersão. O levantamento localiza, documenta e torna públicos os caminhos percorridos por essas coleções até hoje.
O PROJETO MEMÓRIA DOS ACERVOS
Apresentação e Objetivos
Criada em 1948, a Comissão Mineira de Folclore participou da organização dos estudos sobre o folclore, as culturas populares e o patrimônio cultural em Minas Gerais. Sua trajetória também se relaciona com o movimento modernista brasileiro e com a formação das políticas culturais voltadas para essas áreas.
Ao longo de quase oito décadas, a instituição reuniu, por meio de pesquisas de campo, doações e parcerias com outras instituições, diferentes tipos de materiais, entre eles peças etnográficas e arqueológicas, objetos museológicos, registros sonoros e audiovisuais, coleções bibliográficas e documentos produzidos pela própria Comissão.
A pesquisa considera que os saberes e as práticas registrados ao longo dessa trajetória continuam presentes nas comunidades e podem ser transmitidos e transformados pelas gerações atuais. Nesse sentido, o projeto procura também recuperar as relações entre os materiais reunidos pela CMFl, as pessoas que participaram da sua formação e os grupos e práticas culturais a eles associados.
O projeto Memória dos Acervos da Comissão Mineira de Folclore foi criado a partir da constatação de que parte das coleções da instituição está atualmente distribuída entre diferentes instituições e espaços de guarda em Minas Gerais. O trabalho procura identificar a localização desses materiais, registrar sua situação atual e recuperar, sempre que possível, informações sobre sua trajetória.
O levantamento reúne dados sobre objetos, documentos, livros, registros sonoros e outros materiais relacionados à história da CMFl, além de informações sobre mestres, mestras, detentores, pesquisadores e gestores de políticas culturais que participaram da formação desses acervos.
Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e Apoio Institucional
O projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Edital 12/2024 da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (SECULT-MG).
Inventário Participativo e Metodologia
A pesquisa combina levantamento documental, investigação histórica e Inventário Participativo. Participam desse trabalho pesquisadores e detentores integrantes da CMFl, bem como mestres, mestras e representantes de comunidades tradicionais.
A metodologia busca recuperar informações sobre os contextos em que os materiais foram reunidos, bem como sobre sua circulação ao longo do tempo. Para isso, considera não apenas as características físicas dos objetos, mas também os conhecimentos, as práticas, os territórios e as pessoas relacionados a eles.
Dessa forma, a documentação procura reunir informações sobre os materiais conservados e sobre os contextos culturais em que foram produzidos, utilizados, transmitidos e registrados.
A COMISSÃO E SUA HISTÓRIA
A Fundação (1948) e o Movimento Folclorista
A trajetória da Comissão Mineira de Folclore (CMFl) faz parte do movimento folclorista brasileiro, cuja organização institucional ganhou força a partir do final da década de 1930. A CMFl foi criada em 19 de fevereiro de 1948, em um período marcado pelas discussões sobre identidade cultural, brasilidade e reconhecimento das manifestações populares. A criação da Comissão colocou Minas Gerais em contato mais direto com iniciativas nacionais voltadas aos estudos e à documentação da cultura popular.
Estudos sobre o movimento folclorista brasileiro, entre eles os trabalhos de Luiz Rodolfo Vilhena, mostram que seus integrantes atribuíam às pesquisas uma espécie de “missão cultural”. Cabia a esses pesquisadores investigar, registrar e divulgar práticas culturais que tinham pouca presença nas instituições oficiais de produção do conhecimento e nas políticas públicas do período.
Em Minas Gerais, esse trabalho envolveu o contato com detentores de saberes e comunidades tradicionais, viagens e pesquisas de campo, ações de divulgação, exposições, criação de museus regionais e formação de acervos. Ao longo de sua história, a CMFl reuniu intelectuais, pesquisadores e agentes culturais interessados em documentar manifestações de diferentes regiões do estado, do Vale do Jequitinhonha e da Bacia do São Francisco ao Campo das Vertentes e à Zona da Mata.
O projeto recupera também uma trajetória intelectual relacionada ao movimento modernista e às pesquisas de Mário de Andrade sobre as expressões populares brasileiras. Na primeira metade do século XX, instituições como o Departamento de Cultura de São Paulo, criado em 1935, e a Sociedade de Etnografia e Folclore, ambas vinculadas à atuação de Mário de Andrade, participaram da organização de pesquisas sobre cultura popular.
As comissões nacional e estaduais de folclore deram continuidade a esse processo, reunindo pesquisadores e promovendo a documentação de festas, músicas, literatura, artes, narrativas, ritos, mitos e costumes.
Em Minas Gerais, essa história reúne nomes como Aires da Mata Machado Filho , Antonio Joaquim de Almeida, Saul Alves Martins, Angélica de Resende Garcia, Henriqueta Lisboa, Lúcia Machado de Almeida, Mari'Stella Tristão, Manoel Ambrósio Júnior, Antonio de Paiva Moura, José Moreira de Souza, Domingos Diniz, Romeu Sabará e Frei Chico, entre outros.
MAPEAMENTO DOS ACERVOS
Por um Museu Popular em Minas Gerais
Desde a década de 1940, Saul Alves Martins percorria o interior de Minas Gerais reunindo peças para seu acervo pessoal. Na década de 1960, foi nomeado diretor do Museu de Arte Popular e, durante seu período como docente na FAFICH/UFMG, atuou na formação do primeiro acervo do Setor de Arqueologia, bem como na criação do Museu de História Natural e Jardim Botânico (MHNJB) da UFMG. Na década de 1980, parte expressiva de sua coleção particular foi transferida para a Comissão Mineira de Folclore (CMFl), constituindo o núcleo fundacional do Museu do Folclore "Saul Martins".
Outros integrantes da CMFl também desempenharam papel relevante na criação e organização de museus regionais. Antonio Joaquim de Almeida, primeiro diretor da entidade, integrou o ofício do garimpo ao projeto expográfico do Museu do Ouro, em Sabará. Wilson de Lima Bastos reuniu a coleção que deu origem ao Museu de Cultura Popular da UFJF, em Juiz de Fora. Sílvio do Amaral Moreira estruturou as coleções que deram origem ao Museu Bi Moreira, na UFLA, em Lavras. Em Belo Horizonte, Saul Martins e Mari’Stella Tristão realizaram exposições na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa com o objetivo de mobilizar apoio institucional e público para a criação de um museu na capital.
O Centro de Tradições Mineiras (CTM)
Novos Marcos Legais e Reestruturação Institucional (2000–2003)
A partir dos anos 2000, o campo das políticas patrimoniais passou por reestruturações nacionais e internacionais, alinhadas à Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO (2003) ; ao Decreto Federal nº 3.551 que instituiu o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial e o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI); e ao Decreto Estadual nº 42.505/2002 que institui diretrizes para registro do patrimonio imaterial pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG).
Em 17 de abril de 2002, um convênio celebrado entre a Comissão Mineira de Folclore (CMFl), a Secretaria de Estado da Cultura (SEC) e a Fundação Clóvis Salgado (FCS), retoma a implantação do Centro de Tradições Mineiras (CTM) e o Decreto Estadual nº 42.959/2002 regulamenta a Lei nº 3.899/1965 que o criou. Por proposição da CMFl, o CTM passou a contar com um Conselho de Direção paritário, presidido pela SEC e composto por representantes de órgãos governamentais e de entidades da cultura popular: a CMFl, a Federação dos Congados de Minas Gerais e a Federação das Folias de Reis de Minas Gerais.
A solenidade de inauguração do CTM, ocorreu em 06 de novembro de 2002, durante a gestão do Secretário de Cultura Ângelo Oswaldo de Araújo, com a participação de Saul Alves Martins, como o presidente de Honra da Comissão Mineira de Folclore.
No ano seguinte, um Grupo de Trabalho vinculado ao Conselho de Direção, deu início a organização da gestão do CTM em quatro eixos: governança e articulação interinstitucional; sustentabilidade e suporte operacional; difusão e calendarização cultural; e gestão da informação e dos acervos. No mesmo período, a Comissão Mineira de Folclore propôs, por meio da Lei Estadual de Incentivo a Cultura, o projeto "Manutenção do Centro de Tradições Mineiras", tendo a iniciativa recebido patrocínio da USIMINAS, com articulação direta da Fundação Clóvis Salgado. Projeto que mais tarde possibilitou a estruturação física do CTM.
Mapeamento dos Acervos Dispersos
Casa da Cultura Aluízio Barbosa Martins
Em 1991, o prefeito Carlos Murta firmou convênio com a CMFl, então presidida por Domingos Diniz, para transferir o Museu do Folclore "Saul Martins" e seus anexos para a Casa da Cultura em Vespasiano. Entre 2013 e 2016, durante o fechamento do imóvel para obras no telhado, os acervos foram retirados do local e distribuídos entre diferentes depósitos; desde então, diversos itens figuram como não localizados nos levantamentos da CMFl.
Centro de Arte Popular (CAP) – Circuito Liberdade
Entre 2010 e 2012, a Carranca do Mestre Guarany foi solicitada à direção do CTM pela Secretaria de Estado da Cultura para integrar a exposição inaugural do CAP. Em 2012, vinte e quatro peças do acervo museológico do Museu do Folclore "Saul Martins" foram cedidas por meio de comodato celebrado entre a Prefeitura de Vespasiano e o IEPHA para a mesma exposição. Desde 2016, a custódia desse conjunto é objeto de repactuação entre a CMFl e o CAP.
BELOTUR - Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte
Após o fechamento da sede na Rua Carijós, o Centro de Informações Folclóricas (CIF) ficou abrigado temporariamente no Arquivo Público Mineiro. Em 1988, foi repassado à Belotur para digitalização do fichário físico, permanecendo sob custódia do órgão municipal até seu repasse formal ao Centro Universitário Newton Paiva.
INVENTÁRIO PARTICIPATIVO
Sobre o Inventário
O Inventário Participativo foi desenvolvido a partir de um corte amostral e de um estudo piloto do acervo museológico do Museu do Folclore Saul Martins (MFSM). O trabalho foi realizado em articulação com detentores e mestres de tradições populares da região de Vespasiano e com membros da Comissão Mineira de Folclore (CMFl).
O objetivo foi registrar informações sobre o acervo constituído pela Comissão Mineira de Folclore no âmbito das políticas culturais do Estado. O inventário contribui para a documentação e a salvaguarda desse conjunto de materiais.
Durante o fechamento temporário da Casa da Cultura Aluízio Barbosa Martins, que abriga os acervos do Museu do Folclore Saul Martins e seus anexos desde 1991, o inventário foi realizado no auditório do Palácio das Artes Nair Fonseca Lisboa, localizado em frente à Casa da Cultura, no município de Vespasiano.
Participaram do trabalho membros pesquisadores e detentores da CMFl, detentores ligados aos reinados e congados de matriz africana do município de Vespasiano, além de pesquisadores, uma museóloga, uma conservadora-restauradora e uma profissional responsável pelo registro visual.
Entre abril e maio de 2026, a pesquisadora, os mediadores e a museóloga responsável pelo acervo do MFSM definiram a metodologia e organizaram a realização do inventário. Nesse período, os objetos foram identificados e higienizados. A equipe também organizou os materiais e realizou registros fotográficos, em áudio e por meio de formulários.
De junho a setembro, o trabalho prosseguiu com a edição dos materiais, a conclusão do inventário e a produção do relatório final.
Os resultados do Inventário são apresentados no site do projeto Memória dos Acervos da Comissão Mineira de Folclore. O portal disponibiliza ao público as informações e os conteúdos produzidos durante a pesquisa.
Imagens
Acesso ao relatório do Inventário (.pdf)
Em breve
DIFUSÃO E EDUCAÇÃO
Ações Educativas
Em breve
Palestras
58ª Semana Mineira de Folclore
A 58ª Semana Mineira de Folclore ocorreu entre 18 e 21 de agosto de 2025, com entrada gratuita e sede principal no Iepha-MG (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais), na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Realizado pela Comissão Mineira de Folclore (CMF) em parceria com o Iepha-MG, o evento reuniu pesquisadores e mestres da cultura popular e teve como parte da programação a homenagem ao Mestre Antônio Paiva Moura.
A programação foi distribuída pelos quatro dias do encontro. Na segunda-feira, 18 de agosto, a abertura contou com a assinatura de termos de cooperação, a entrega das Coroas do Rosário de Vespasiano, o lançamento do Boletim CARRANCA e uma apresentação do Grupo Aruanda. Na terça-feira, foram realizados debates sobre patrimônio, a homenagem ao Mestre Antônio Paiva Moura, a apresentação de Carlos Farias e a 5ª Jornada Técnica do Patrimônio Cultural. Na quarta-feira, 20 de agosto, houve lançamento de livros sobre tradições, painéis de pesquisa sobre viola, folias e os acervos da Comissão Mineira de Folclore (CMF), além de uma apresentação do violeiro e cantor Rubinho do Vale. Na quinta-feira, 21 de agosto, a programação foi encerrada com oficinas educativas.
A pesquisadora Ione Amaral Cruz apresentou o projeto "Memória dos Acervos da Comissão Mineira de Folclore" durante a 58ª Semana Mineira de Folclore, no IEPHA-MG. A apresentação abordou o trabalho de levantamento dos acervos constituídos pela instituição ao longo de seus 78 anos de história. Para assistir à palestra, acesse o vídeo e procure o trecho entre 01:10:15 e 01:53:30: https://www.youtube.com/watch?v=Z2i9l71yJT4.
NOTÍCIAS E REDES SOCIAIS
Mídias sociais da CMFl:
YouTube @@comissaomineiradefolclore
Palestra durante a 58ª Semana Mineira de Folclore, realizada em 21/08/2025:
Convite 58ª Semana Mineira de Folclore
58ª Semana Mineira de Folclore
YouTube - 58ª Semana Mineira de Folclore (palestras)
Inventário Participativo realizado em 20/05/2026:
Convite para o Inventário Participativo
Referências
ALVIM, Celma. É preciso apoiar o Museu do Folclore. Boletim da Comissão Mineira de Folclore, Belo Horizonte, n. 5, p. 8-9, 1977. Disponível em: https://www.folcloreminas.com.br/Revista_N05_A1987_Alvim.htm. Acesso em: 9 jun. 2026.
BOLETIM DA COMISSÃO MINEIRA DE FOLCLORE. Capa do Boletim da Comissão Mineira de Folclore. Belo Horizonte, ano 1, n. 3, ago. 1976. Edição da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro (MEC/DAC/FUNARTE). 1 imagem. Disponível em: https://folcloreminas.com.br/CMFlCapaRevista03.htm. Acesso em: 9 jun. 2026.
CARTA do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: [s. n.], 1951. Disponível em: https://www.gov.br/iphan/pt-br/unidades-especiais/centro-nacional-de-folclore-e-cultura-popular/CartadoFolcloreBrasileiro1951.pdf/@@display-file/file. Acesso em: 15 set. 2026.
CARTA do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: [s. n.], 1995. Disponível em: http://www.gov.br/iphan/pt-br/unidades-especiais/centro-nacional-de-folclore-e-cultura-popular/CartadoFolcloreBrasileiro1995.pdf/@@display-file/file. Acesso em: 15 set. 2026.
CARTA nº 313, de 19 de julho de 1982. Rio de Janeiro, 19 jul. 1982. Acervo Arquivístico, Fundo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) / Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro. Disponível em: https://acervosdigitais.cnfcp.gov.br/DocReader.aspx?bib=acervofolclore&pagfis=75473. Acesso em: 3 set. 2026.
COMISSÃO MINEIRA DE FOLCLORE. Para onde vai a Comissão Mineira de Folclore? Situação atual da Comissão Mineira de Folclore . Carranca: órgão informativo da Comissão Mineira de Folclore , Belo Horizonte, n. 2 (especial), p. 11, ago. 2023. Edição especial para a Audiência Pública promovida pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Disponível em: https://folcloreminas.com.br/Carranca02_23E.pdf. Acesso em: 20 ago. 2026.
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FELIPE, Carlos. Hoje é noite de modinhas. Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 ago. 1976, 2ª seção. Acervo da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, Hemeroteca, pasta 00001034.
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MOURA, Antônio Paiva. Catálogo das peças do Museu “Saul Martins”. Belo Horizonte: Comissão Mineira de Folclore, 1983. Disponível em: https://folcloreminas.com.br/CMFlMuseuCatalogo.pdf. Acesso em: 18 set. 2026.
Museu do Folclore terá um convênio do Governo hoje. Estado de Minas, Belo Horizonte, 22 ago. 1976, p. 8. Acervo da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, Hemeroteca, pasta 00000651 (2).
Na lagoa da Pampulha, a homenagem a Iemanjá. Estado de Minas, Belo Horizonte, 16 ago. 1986, p. 8. Acervo da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, Hemeroteca, pasta 00001115 (2).
NASCIMENTO, Braulio. Inaugurada a sede da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro . Revista da Comissão Mineira de Folclore, Belo Horizonte, n. 1, p. 24-25, 1976. Disponível em: https://folcloreminas.com.br/Revista_N01_A1976_Sede.html. Acesso em: 29 maio 2026.
OLIVEIRA, Vânia Dolores Estevam de. Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro: estratégias e redes de resistência na construção da memória da cultura popular brasileira . In: ENCONTRO REGIONAL DA ANPUH-RIO, 14., 2010, Rio de Janeiro. Anais [...]: Memória e Patrimônio. Rio de Janeiro: UNIRIO, 2010. p. 51. Disponível em: https://antigo.cnfcp.gov.br/arquivos/file/centenario_01%20DVD.pdf. Acesso em: 19 abr. 2026.
SEBASTIÃO, Walter. Vida dedicada ao amor às artes: morre a crítica de arte Mari'Stella Tristão, responsável pela valorização da arte popular em Minas Gerais. 1978. 1 recorte de jornal. Estado de Minas, Belo Horizonte, 14 maio 1978. Acervo da Fundação Clóvis Salgado (FCS), Midiateca, pasta “Arte Minas/ Críticos/ Curador/ Curadoria/ Historia”.
SOUZA, José Moreira de. Entrevista. Entrevistadora: Ione Amaral Cruz. Belo Horizonte, nov. 2025. 1 arquivo de áudio (45 min).
TRISTÃO, Mari’Stella. Finalmente, a sede e o museu. Boletim da Comissão Mineira de Folclore , Belo Horizonte, n. 3, p. 37-38, 1976. Disponível em: https://www.folcloreminas.com.br/Revista_N03_A1986_Tristao.htm. Acesso em: 10 jun. 2026.
13ª Semana do Folclore: 22 a 28 de agosto. 1977. 1 anúncio de jornal. Estado de Minas, Belo Horizonte, 23 ago. 1977, p. 19. Acervo da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, Hemeroteca, pasta 00001040.
Quatro Mostras no Museu do Folclore. 1977. 1 recorte de jornal. Estado de Minas, Belo Horizonte, 1977. Acervo da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, Hemeroteca, pasta 00001059 (2).
ficha técnica
Coordenação Geral e Pesquisa: Ione Amaral Cruz
MENTORIA E CONSULTORIA TÉCNICA
Antônio Paiva Moura (in memoriam)
José Moreira de Souza
EQUIPE TÉCNICA ESPECIALIZADA - INVENTARIO PARTICIPATIVO
Aline Melo da Silva (museóloga)
Ana Luiza Souza Cecílio (conservação e gestão do patrimônio cultural)
Charles Moraes de Lima (historiador)
Ione Amaral Cruz (gestora cultural)
João Paulo S. C. (historiador)
Roseli Aparecida Alves Cota (restauradora-conservadora)
COMISSÃO DE DETENTORES E CONSULTORES ESPECIALIZADA - INVENTARIO PARTICIPATIVO
Reinados e Congados:
Guarda de Congo N. Sra. do Rosário e Marinheiro do Divino Espírito Santo: Valderez Machado Valentino, Maria do Rosário Valentino, Nycolas Bernardo Valentino Silva, Bianca Anyele Valentino Silva
Guarda de Moçambique de São Benedito: Leonor Damázio dos Santos (Capitão)
Guarda de Marujo de São Jorge: Maria Rita dos Santos Gonçalves
Guarda de Moçambique de N. Sra. Aparecida: Janderson Hernani Martins
Guarda de Moçambique de Sta. Bárbara do Reino de N. Sra. do Rosário: Leonardo José Alves, Márcio Luiz Alves
Guarda de Caboclo do Divino Espírito Santo: Vanda Aparecida Abel Alves, Cybelly Abel Alves Ferreira
Povos de Terreiro e Matriz Africana:
Terreiro de Umbanda Seara dos Caminhos Sagrados: Isabel Maria de Araújo
Ilé Asè Odè Omì Wàrà: Lucas Nicolas de Amorim Silva
Ìylè Àse Omó Tì Azaoànìy: Ramon Munhoz de Souza
Ilê Ifá Ogundàdi Àṣe Obatálà: Robson Eduardo do Espírito Santo
Comissão Mineira de Folclore:
Deolinda Alice dos Santos
Elieth Amélia de Souza
Jacyara Edwiges Rosa de Araújo
José Moreira de Souza
Maria Madalena Diniz
GESTÃO E ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL LOCAL ESPECIALIZADA - INVENTARIO PARTICIPATIVO
Gestão Cultural: Ana Rita Rezende Viana Silva — Gestora de Cultura da Prefeitura Municipal de Vespasiano
Articulação Institucional: Ozéas Ferreira da Cruz — Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Lazer de Vespasiano
INSTITUIÇÕES PARCEIRAS
Comissão Mineira de Folclore (CMFL)
Museu do Folclore Saul Martins (MFSM)
Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Lazer / Prefeitura Municipal de Vespasiano — MG
COMUNICAÇÃO, DESIGN
Fotografia, Design Gráfico e Programação Web: Pedro Miranda